A diferença entre um e outro é enquadramento: Fator R monitorado todo mês, pró-labore calibrado e, nas clínicas, a equiparação hospitalar que o STJ já pacificou. Tudo isso está na lei há anos, aplicado todos os dias por contador que conhece medicina, e passa batido pela contabilidade genérica que só emite guia.
É o mesmo diagnóstico que a DCS cobra R$ 1.000 pra fazer em empresa de outros setores, aplicado de graça ao seu caso. Você sai da conversa sabendo exatamente quanto paga hoje, quanto deveria pagar e qual o caminho pra chegar lá, com número em real, não com promessa.
Seu faturamento simulado em PF, Simples com Fator R, Presumido e, se for clínica, Presumido com equiparação hospitalar, lado a lado.
Enquadramento, pró-labore, pendências de Receita Saúde e carnê-leão, riscos de malha nas suas fontes pagadoras.
Se fizer sentido trocar, a DCS conduz tudo: inclusive a conversa técnica e a papelada com a contabilidade atual. Você não para de emitir nota um dia sequer.
Cerca de 89% dos profissionais de saúde pagam mais imposto do que a lei exige, segundo levantamento do próprio setor. O motivo se repete em quatro erros de enquadramento que a contabilidade genérica comete há anos.
No Anexo V a alíquota começa em 15,5%. O mesmo consultório, com o pró-labore calibrado em 28% da receita, cai pro Anexo III e paga a partir de 6%. Essa conta chama Fator R, muda todo mês, e a maioria dos contadores calcula uma vez por ano, quando calcula.
O STJ pacificou: procedimentos de clínica com estrutura própria tributam IRPJ sobre base de 8%, e não 32%. É a equiparação hospitalar da Lei 9.249/95. Uma clínica de R$ 100 mil por mês que nunca revisou o enquadramento deixa na mesa cerca de R$ 65 mil por ano.
Cada hospital e cooperativa envia a própria DIRF pra Receita, e todas cruzam contra a sua declaração. Médico já figura entre as profissões que mais caem na malha fina, e um repasse esquecido gera multa que chega a 225% do imposto devido.
No RPA o hospital desconta até 27,5% de IR mais INSS antes de o dinheiro cair na sua conta. Um plantonista faturando R$ 15 mil por mês leva R$ 2.776 a mais pra casa, todo mês, só de operar como PJ no regime certo.
O regime certo pro seu volume de receita, revisado mês a mês, e não uma vez por ano.
IRPJ sobre base de 8% pra clínica com estrutura própria, do jeito que o STJ mandou.
Retirada calibrada no ponto ótimo e distribuição de lucros isenta, planejada antes, não depois.
Três mudanças entraram em vigor este ano. Quem replanejou em cima delas está pagando menos; quem ignorou está pagando mais ou colecionando pendência sem saber.
Desde janeiro, todo recibo de atendimento a pessoa física sai obrigatoriamente pelo app Receita Saúde, com multa de R$ 100 por mês pra quem ignora. O recibo de papel morreu, e a receita do autônomo ficou 100% visível.
A distribuição de lucros que era toda isenta agora sofre retenção de 10% sobre o que exceder R$ 50 mil por mês por empresa. Dono de clínica que não replanejou a retirada está pagando imposto evitável.
A saúde tem redutor de 60% na alíquota nova, mas o benefício só aparece pra quem simular o regime agora. A CBS entra plena em 2027; quem deixar pra depois vai correr atrás do prejuízo.
Plantonista, dono de consultório e dono de clínica pagam imposto de formas diferentes e erram em pontos diferentes. O trabalho da DCS é específico pra cada um.
Pra quem vive de escala e recebe de vários hospitais.
Pra quem atende no próprio CNPJ e tem equipe pequena.
Pra quem fatura alto e sente o imposto crescer junto.
A DCS nasceu de dois contadores formados na Universidade de Brasília e atende hoje mais de 100 empresas da cidade, sendo 31 delas clínicas e consultórios. Perícia contábil é serviço da casa: o mesmo olhar que o Judiciário contrata pra dizer se uma contabilidade está certa é o olhar que revisa a sua, todo mês.
E o atendimento é o oposto do que o mercado de contabilidade online normalizou: aqui quem responde é contador, no WhatsApp, chamando você pelo nome.
Atendimento direto no WhatsApp, com contador de verdade do outro lado. Nada de robô, nada de protocolo, nada de fila de chamado.
8 anos de mercado contábil, 5 deles em contabilidade de seguradoras, um dos setores mais regulados do país. Especialista em implementação de normas contábeis pra empresas de todo porte.
Mais de 10 anos de experiência, com passagem pelo setor financeiro do Itamaraty. Como perito, avalia se a contabilidade dos outros está correta. A sua passa pelo mesmo crivo.

“A DCS tem sido uma parceira essencial para nossa empresa. O balancete de verificação e as demonstrações financeiras são formados com precisão e entregues dentro do prazo.”

“A DCS tem sido fundamental para o sucesso financeiro da Elas no Poder desde 2019. Com seu apoio, conseguimos implementar processos financeiros eficientes, garantindo a transparência e sustentabilidade das nossas operações.”

“Desde que apresentei minhas necessidades para a DCS, senti-me segura, pois os resultados que obtive apontaram que, com uma boa parceria, tudo é possível e o trabalho se torna mais tranquilo e colaborativo.”

“Trabalhar com a DCS tem sido uma tranquilidade para nossa empresa. A apuração de impostos e o envio das guias para pagamento são sempre feitos de maneira precisa e sem erros.”

“Graças à DCS, agora temos um painel informacional robusto que nos permite acessar dados financeiros e operacionais em tempo real e tomar decisões de forma muito mais assertiva e embasada.”

“A DCS nos ajudou a estruturar nosso plano de negócios e a traçar um planejamento estratégico para o futuro. Estamos mais preparados do que nunca para aproveitar as novas oportunidades de crescimento.”
Tudo o que está nesta página é lei federal e jurisprudência pacificada: Fator R está na LC 123, a equiparação hospitalar na Lei 9.249/95 confirmada pelo STJ, e o redutor da saúde na LC 214/2025. Milagre tributário não existe e a DCS não trabalha com ele. O que existe é enquadramento correto, documentado e defensável, e é exatamente isso que protege você numa fiscalização.
A migração é conduzida pela DCS de ponta a ponta, incluindo a carta técnica e a solicitação de documentos à contabilidade atual. Você não precisa de conversa desconfortável e não fica um dia sem emitir nota. O processo todo tem cronograma, checklist e responsável definido dos dois lados.
Depende do seu cenário: volume de notas, folha, regime e complexidade societária. A análise gratuita já sai com a proposta exata em cima do seu caso, sem tabela genérica e sem surpresa no segundo mês.
Na maioria dos casos, a partir de uns R$ 8 mil por mês de plantão a PJ já se paga com folga, e acima de R$ 15 mil a diferença passa de R$ 2 mil mensais. A análise faz essa conta com os seus números antes de você decidir qualquer coisa.
Sim. A base é na Asa Sul, e boa parte da carteira é do DF, mas a operação é 100% digital e atende médicos e clínicas de todo o Brasil, com os mesmos prazos de resposta.